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Rubens Ricupero






Rubens Ricupero
Foi ministro da Fazenda de 30 de março a 6 de setembro de 1994, durante o período de implantação do Plano Real. Encaminhou, em 30 de junho de 1994, ao presidente a exposição de motivos que criou o Plano Real, um plano de estabilização econômica idealizado por uma equipe de economistas de que faziam parte Persio Arida, André Lara Resende, Gustavo Franco, Pedro Malan, Edmar Bacha, Clóvis Carvalho, Winston Fritsch, entre outros.

Renunciou ao cargo em 6 de setembro de 1994, assim que se soube do vazamento, via satélite, de uma conversa sua com o jornalista da Rede Globo Carlos Monforte revelando alguns detalhes sobre o Plano Real, quando se preparava para entrar ao vivo no Jornal da Globo, em 1º de setembro. O episódio ficou conhecido como Escândalo da parabólica.

O sinal do link via satélite que transmitiria a entrevista já estava aberto (Canal 23) e os lares cujas antenas parabólicas estavam sintonizadas no canal privativo de satélite da Rede Globo captaram a conversa informal do ministro com o jornalista Carlos Monforte (que também é cunhado de Ricupero - a irmã do jornalista é mulher do ex-ministro). Sua fala foi "Eu não tenho escrúpulos. Eu acho que é isso mesmo: o que é bom a gente fatura, o que é ruim a gente esconde".

O fato foi um forte golpe na campanha presidencial do ex-ministro Fernando Henrique Cardoso, mas não o bastante para tirá-lo das primeiras colocações nas pesquisas. FHC venceu as eleições presidenciais ainda no primeiro turno.

No ministério, foi substituído por Ciro Gomes, que renunciara ao cargo de governador do estado do Ceará para assumir a pasta.

Ricupero foi então nomeado embaixador do Brasil na Itália e posteriormente eleito secretário geral da UNCTAD, pertencente à ONU, deixando o cargo em setembro de 2004, quando se aposentou como diplomata.

Atualmente é diretor da Faculdade de Economia da Fundação Armando Álvares Penteado, e presidente do Instituto Fernand Braudel, que promove pesquisas, debates e publicações sobre problemas institucionais como educação e segurança, política econômica, política energética, desenvolvimento econômico e relações internacionais.

Formação Acadêmica


Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, turma Clovis Bevilaqua, 1955-1959;
Curso de Preparação à Carreira Diplomática do Instituto Rio Branco, Rio de Janeiro, 1955-1960;
Prêmio “Lafayette de Carvalho e Silva”: 1º colocado no exame de ingresso ao IRBr, 1958;
Prêmio Rio Branco e Medalla de Vermeil: 1º colocado no curso do IRBr, 1959-1960.

Ultimo cargo

Secretário-Geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), mandatos de 1995 a 1999 e de 1999 a 2004.
Subsecretário Geral da ONU no mesmo período.

Cargos governamentais

Ministro do Meio Ambiente e da Amazônia Legal, 1993-1994;
Ministro da Fazenda, 1994.

Atividades Profissionais

Diplomata da carreira. Lotado em Brasília (1961 – 1963), Viena (1963-1966), Buenos Aires (1966 – 1969), Quito (1969 – 1971), Brasília (1971 – 1974), Washington (1974 – 1977), Brasília (1977 – 1987), Genebra (1987 – 1991) e Washington (1991 – 1993);
Chefe da Divisão de Difusão Cultural (1971 – 1974);
Chefe da Divisão da América Meridional – II e de Fronteiras (1977 – 1981);
Chefe do Departamento das Américas (1981 – 1985);
Assessor Internacional do Presidente-eleito Tancredo Neves (1984 – 1985);
Subchefe da Casa Civil do Presidente da República (1985);
Assessor Especial do Presidente da República (1985 – 1987);
Embaixador – Representante Permanente do Brasil em Genebra (1987 – 1991);
Coordenador do Grupo de Contacto sobre Finanças da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, Rio de Janeiro (1992);
Embaixador do Brasil em Washington, (1991 – 1993);
Embaixador do Brasil em Roma (1995).

Atividades em Genebra

Presidente do Comitê de Comércio e Desenvolvimento do GATT (1989);
Presidente do Conselho dos Representantes do GATT (1990);
Presidente das Partes Contratantes do GATT (1990 – 1991);
Presidente do Grupo Informal dos Países em Desenvolvimento do GATT (1989 – 1991).

Atividades Acadêmicas

Professor da Teoria de Relação Internacionais, UnB, Brasília (1979 – 1987, 1994);
Professor de História das Relações Internacionais do Brasil, Instituto Rio Branco (1980 – 1987, 1994);
Professor Honorário da Academia Diplomática do Peru;
Professor da UNITAR da ONU – Cursos ministrados no Suriname e Gabão.

Alguns Livros

Barão do Rio Branco
Fundação Alexandre de Gusmão, Brasília, 1995; edição ampliada 2002; ed. Argentina, Nueva Mayoria, 2000.

Visões do Brasil
Ed. Record, Rio de Janeiro, 1995.

Los países en Desarrollo y la Ronda Uruguay: Desencuentros de un amor correspondido?
Em "La Ronda Uruguay y el Desarrollo de la América Latina", org. Patricio Leiva, Centro Latinoamericano de Economia Y Política Internacional (CLEPI), PNUD, Santiago do Chile, 1994.

Os Estados Unidos da América e o Reordenamento do Sistema Internacional
Em Temas de Política Externa Brasileira II, IPRI, Brasília.
Ed. Paz e Terra, 1994.

A Rodada Uruguay e o futuro do sistema multilateral de comércio Em "A Nova Inserção Internacional do Brasil"
Org. J.P. dos Reis Velloso, Ed. José Olympio, Rio de Janeiro, 1993.

A Diplomacia do Desenvolvimento,
Em "Três Ensaios sobre Diplomacia Brasileira, MRE, Brasília, 1989.



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